25/05/2022 - 07:20 | Atualizada em 25/05/2022 - 07:50
Redação
Uma casa na Península dos Ministros, em Brasília, foi palco de um encontro, no fim de semana, destinado a arrecadar contribuições de empresários para a campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) à reeleição. O ato ocorreu no sábado, com a presença de Bolsonaro, e na lista de convidados havia investigados pelas operações Sanguessuga e Desolata, da Polícia Federal, informa o Estadão.
Cem pessoas, entre políticos, ruralistas e lobistas, foram chamadas para o almoço de arrecadação, que teve o ex-senador Cidinho Santos (União Brasil) como um dos organizadores.
Na mensagem do convite, distribuída em um grupo de WhatsApp, empresários que convocaram o evento, como o ex-prefeito de Água Boa (MT) Maurício Tonhá – dono da leiloeira de gado Estância Bahia –, disseram que o ato seria o “primeiro” de uma série voltada a ruralistas para “pagar os custos da campanha do presidente”.
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A reportagem cita a condenação de Cidinho Santos no âmbito da Operação Sanguessuga, por inflacionar a compra de equipamentos hospitalares quando era prefeito de Nova Marilândia. Outro mato-grossense presente citado é Valdinei Mauro de Souza, o Nei Garimpeiro, que entrou na mira da Operação Desolata por garimpo ilegal em Poconé (MT).
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