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Enquanto Bolsonaro vai jogar bola, auditores fiscais do Trabalho entregam 160 cargos de chefia

06/01/2022 - 13:56 | Atualizada em 06/01/2022 - 16:53

Redação

Enquanto Bolsonaro vai jogar bola, auditores fiscais do Trabalho entregam 160 cargos de chefia

Foto: Agência Brasil

Auditores fiscais do Trabalho entregaram 160 cargos de chefia e coordenação, segundo informou, hoje, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait). A atitude foi um protesto contra a decisão do governo federal de incluir no Orçamento de 2022 a previsão de reajuste salarial apenas para policiais.

De acordo com o Sinait, os 160 cargos de chefia e coordenação que foram entregues representam cerca de 55% do total dos postos de chefia na carreira dos auditores fiscais do Trabalho.

Nos últimos dias de dezembro, logo após a sanção do Orçamento, centenas de servidores da Receita Federal e do Banco Central entregaram os cargos, também em protesto contra o aumento exclusivo para policiais.

O Orçamento da União aprovado para 2022 prevê um valor de R$ 1,7 bilhão para reajuste de carreiras Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). De acordo com o Ministério da Economia, o aumento salarial para essas categorias se deve a uma "decisão do presidente da República", Jair Bolsonaro.

O temor dentro do governo agora é que a insatisfação das outras categorias gere um efeito cascata no serviço público federal.

 

 
 

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