A proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa pôr fim à jornada de trabalho de seis dias seguidos por um de folga (escala 6x1) continua sendo o centro de intensos debates na Câmara dos Deputados.
Embora o presidente da Casa, Hugo Motta, tenha manifestado o desejo de levar a matéria à votação no plenário já na próxima semana, a apresentação do relatório final do deputado Léo Prates pode sofrer atrasos.
O motivo seriam divergências entre governo, oposição e setor produtivo sobre pontos sensíveis, como o modelo de compensação para as empresas e a eventual regra de transição para a nova jornada.
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