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ELEIÇÕES 2026: deputados enfrentam vereadores, ex-prefeitos e novos nomes por 24 cadeiras

MATO GROSSO

31/08/2026 - 12:14 | Atualizada em 31/08/2026 - 17:56

Cícero Henrique

ELEIÇÕES 2026: deputados enfrentam vereadores, ex-prefeitos e novos nomes por 24 cadeiras

Foto: Reprodução

A disputa pelas 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) promete ser uma das mais acirradas das eleições de 2026. Pesquisa sobre a corrida eleitoral mostra atuais deputados estaduais buscando garantir a reeleição, enquanto ex-prefeitos, vereadores, ex-secretários e outras lideranças políticas aparecem competitivos e colocam em xeque a atual composição do Legislativo estadual.

Os números, porém, precisam ser analisados com cautela. A pesquisa mede a intenção individual de voto e não pode ser convertida diretamente em uma projeção de quantas cadeiras cada partido ou federação conquistará. A eleição para deputado estadual ocorre pelo sistema proporcional, no qual a distribuição das vagas considera a votação obtida pelas legendas e federações, além do desempenho individual dos candidatos.

No PL, a vereadora Samantha Iris aparece como um dos destaques do cenário apresentado. A presença de novos nomes amplia a disputa interna pela legenda e coloca parlamentares que já possuem trajetória na Assembleia frente a candidatos que buscam conquistar, pela primeira vez, uma cadeira no Legislativo estadual.

No Podemos, o destaque é o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Max Russi. Já na Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, os deputados Lúdio Cabral e Valdir Barranco aparecem em evidência. Na Federação PSDB/Cidadania, uma das disputas apontadas como mais equilibradas envolve o deputado Carlos Avalone.

O cenário apresentado pela pesquisa indica, portanto, uma eleição ainda aberta. Embora alguns deputados estejam bem posicionados para tentar renovar seus mandatos, a presença competitiva de vereadores, ex-prefeitos, ex-secretários e outras lideranças mostra que a composição atual da ALMT pode sofrer alterações após a eleição.

Com pouco mais de um mês até o primeiro turno, marcado para 4 de outubro, a definição sobre quem entra e quem sai da Assembleia Legislativa ainda está longe de ser conhecida. A quantidade de eleitores que não consolidaram uma escolha também mantém parte significativa das 24 cadeiras em disputa, deixando espaço para mudanças no cenário até a votação.

 

 

 

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