O candidato ao Senado por Mato Grosso, Pedro Taques (PSB), afirmou, em publicação nas redes sociais, ser alvo do que classificou como “censura econômica” durante a campanha eleitoral. Segundo ele, veículos de comunicação estariam sendo beneficiados com recursos da Secretaria de Comunicação (Secom) do Governo de Mato Grosso para evitar a divulgação de conteúdos que poderiam prejudicar o governo estadual.
Na
publicação, Taques também fez críticas à administração do governador Otaviano Pivetta, sem citar diretamente seu nome, e afirmou que suas publicações estariam sendo retiradas do ar e que suas redes sociais teriam sido ameaçadas de suspensão. O candidato disse ainda que estaria enfrentando dificuldades para conceder entrevistas.
"Isso é censura econômica! Mas não vão me parar. Sabe quando um poderoso paga alguns sites para que determinadas pessoas não apareçam? É exatamente o que está acontecendo em Mato Grosso. Eu não sou milionário, não sou sócio de garimpo, não panhei e não roubei. E diferente de uns e outros, não estou aparecendo em alguns sites que recebem verba da SECOM do governo para amaciar quem poderia incomodar. Minhas publicações são tiradas do ar, minhas redes ameaçadas de cair, não posso dar entrevistas. Que democracia é essa?
Mas sigo firme, pois eu tenho ao meu lado, a lei, a coragem e você. Não vou me dobrar. Não podemos deixar que o dinheiro ganhe estas eleições", afirmou.
As declarações foram feitas pelo próprio candidato em suas redes sociais. Até o momento, não há manifestação do Governo de Mato Grosso ou de veículos de comunicação sobre as acusações de Pedro Taques.