29/06/2026 - 16:59 | Atualizada em 01/07/2026 - 17:26
Redação
O STF formou placar parcial de 5 a 4 para restringir o pagamento de verbas indenizatórias acima do teto. A corrente majoritária defende liberar apenas valores adquiridos até março de 2026 e validados pelo CNJ e CNMP.
Kassio Nunes Marques abriu a divergência ao acompanhar Luiz Fux, André Mendonça e Dias Toffoli. O grupo defende que não haja marco temporal para o pagamento integral dos chamados penduricalhos.
O julgamento segue no plenário virtual até terça-feira (30), com o voto pendente da ministra Cármen Lúcia. Ela poderá confirmar a maioria atual ou empatar o placar.
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