08/05/2026 - 15:24
Cícero Henrique
O avanço econômico do Centro-Oeste em 2025 reforça os efeitos de políticas adotadas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltadas à geração de emprego, valorização da renda e fortalecimento dos investimentos públicos e privados na região. Dados da Pnad Contínua, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta sexta-feira (8), mostram que o Centro-Oeste passou a registrar o maior rendimento médio mensal real do país, alcançando R$ 4.052 e ultrapassando o Sul, líder do ranking em 2024.
O crescimento da renda no Centro-Oeste também chama atenção pelo ritmo acelerado. Em comparação com 2019, a região acumulou alta de 18,1% no rendimento médio, mais que o dobro da média nacional, que ficou em 8,6%. O resultado fortalece o discurso do governo federal de que a retomada econômica vem sendo acompanhada por aumento real dos salários, expansão do mercado de trabalho e estímulo ao consumo das famílias.
Nos bastidores econômicos, programas federais de incentivo à infraestrutura, ampliação do crédito, fortalecimento do agronegócio e investimentos em logística ajudaram a impulsionar estados estratégicos como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e o Distrito Federal. A região se consolidou como uma das locomotivas econômicas do país, combinando força do agro, crescimento industrial e expansão do setor de serviços.
Mesmo com o Centro-Oeste assumindo a liderança no rendimento médio, o Sudeste ainda concentra a maior massa de renda do trabalho nacional, somando R$ 180,75 bilhões mensais quase metade de toda a renda gerada no Brasil. Ainda assim, os números de 2025 reforçam uma mudança no mapa econômico brasileiro e ampliam o peso político e econômico do Centro-Oeste dentro da estratégia nacional de crescimento defendida pelo Palácio do Planalto.
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