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Silêncio Milionário: Abilio e Secom fogem de explicar verbas para sites, TVs e blogs

PREFEITURA DE CUIABÁ

07/05/2026 - 09:27 | Atualizada em 07/05/2026 - 11:03

Cícero Henrique

Silêncio Milionário: Abilio e Secom fogem de explicar verbas para sites, TVs e blogs

Foto: Reprodução

O silêncio da gestão do prefeito Abilio Brunini diante dos questionamentos sobre os repasses milionários da Secretaria de Comunicação de Cuiabá transformou a transparência pública em um terreno nebuloso. Até o momento, a Secom-Cuiabá evita explicar os valores destinados a sites, TVs, blogs e veículos de mídia, além de não esclarecer se os contratos e pagamentos serão mantidos nos próximos meses. A ausência de respostas amplia a pressão sobre uma máquina pública que movimenta cifras elevadas com dinheiro do contribuinte.

Conforme revelou o portal Caldeirão Político, os dados apontam possíveis discrepâncias entre os valores recebidos por determinados veículos e suas respectivas audiências. As informações levantam dúvidas sobre a proporcionalidade dos contratos publicitários, a eficiência da aplicação da verba pública e os reais critérios utilizados pela administração municipal para irrigar determinados setores da comunicação local.

Além disso, a Prefeitura de Cuiabá também não detalhou quais mecanismos utiliza para fiscalizar os relatórios apresentados pelas empresas contratadas. Sem transparência ativa, sem divulgação técnica e sem auditorias amplamente expostas, cresce o temor de que a distribuição milionária da publicidade institucional esteja cercada por falta de controle, favorecimentos e ausência de critérios claros. O silêncio oficial apenas fortalece suspeitas e amplia o desgaste político da gestão.

Enquanto isso, a população segue sem respostas concretas sobre como milhões de reais estão sendo distribuídos dentro da estrutura de comunicação da prefeitura. Em vez de transparência, a administração municipal responde com omissão. Em vez de esclarecimentos públicos, prevalece o silêncio. E quando o dinheiro público circula sem explicações convincentes, o debate deixa de ser apenas político e passa a ser uma questão de interesse coletivo, fiscalização e responsabilidade com os cofres públicos.




 

 

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