Juliano Melo, Secretário de Estado de Saúde, PRESTA ESCLARECIMENTOS nesta quarta-feira (22) acerca das recentes exonerações e desligamentos de profissionais vinculados ao Serviço de atendimento Móveis de Urgência - SAMU.
O secretário negou o fim do Samu, como havia afirmado o governador Otaviano Pivetta. Na gestão estadual do Samu há 180 profissionais de saúde, aproximadamente, e mais 16 médicos ( que atuam na regulação), para atender a baixada cuiabana.
Questionado sobre repasse do Estado aos municípios de recursos federais para essa finalidade, Juliano afirmou que são realizados 'normalmente', de acordo com a legislação vigente. Ele afirmou ainda que há um processo para renovação de contratos de profissionais que atuam no Samu.
Mesquita, presidente do SISMA, ressaltou que a cobertura por município é diferente de população. Para ele, a responsabilidade pela falta do serviço nos municípios é do Estado de Mato Grosso.
O sindicalista disse que há 'muito marketing' que não reflete a realidade. "Neste exato momento temos 5 unidades baixadas (paradas)'. Ele citou a atuação dos profissionais do Samu durante a pandemia, que atuaram exaustivamente na linha de frente, sem férias, sem licença-prêmio, 'e hoje são descartados'.
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