O deputado estadual Valdir Barrando (PT-MT) usou seu tempo no grande expediente nesta terça-feira (7) para "homenagear Mauro Mendes com um poema" intitulado "Mauro Mendes, o governo que virou anúncio".
Com humor e não menos acidez, elencou as falhas da administração do ex-governador, destacando a falta de leitos nos hospitais durante a pandemia de Covid-19, a troca do VLT pelo BRT, que na Bahia rapidamente tornou-se realidade, enquanto cuiabanos e várzea-grandenses ainda esperam pelo BRT.
O poema cita o caso dos R$ 308 milhões da Oi S/A, a Saúde "onde bisturi virou Espelho", desprespeito ao direito de greve, criou uma "INDÚSTRIA DE CONSIGNADOS', um governo que sustentou-se em uma "fábrica de propaganda, de fake news".
A operação da Polícia Federal que investiga a compra e uso demercúrio ilegal em garimpos ligados à família do ex-governador também foi citada no poema. A perseguição de MM a jornalistas foi lembrada, bem como a proibição da pesca por ribeirinhos tradicionais, o parque dos milionários construído com dinheiro público.
"Qualquer olhar honesto já conclui, foi fracasso".
"A Históra registrará: não foi gestão, foi ilusão", concluiu o deputado Valdir Barranco.
O episódio trás à lembrança o conto “A Roupa Nova do Imperador”, de Hans Christian Andersen, que narra a história de um imperador que foi enganado por dois trapaceiros que lhe vendem uma roupa invisível que "só os inteligentes poderiam ver". O rei sai pelas ruas nu, até que uma criança pura e inocente, sem medo de dizer a verdade, exclama: "o Rei Está Nu!".
ASSISTA
A roupa invisível de MM assemelha-se à propaganda institucional citada no poema, que tentou imprimir a imagem de uma gestão de entregas, até que alguém, no caso muitos em Mato Grosso, revelam a verdade, e o 'rei' é exposto.
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