17/03/2026 - 17:37 | Atualizada em 17/03/2026 - 18:59
Cícero Henrique
Enquanto a Justiça "bate na porta" de uma empresa de água falida em busca de ativos, a gestora da Secom-MT decide, com uma canetada, o destino de R$ 100 milhões por ano em publicidade.
A execução judicial movida pelo Banco do Brasil (Processo nº 0013897-03.2016.8.11.0041) tenta reaver R$ 334.619,50. No entanto, a Justiça tem batido em portas vazias.
O questionamento que ecoa nos bastidores do Paiaguás é um só: "Como alguém que alega não ter saldo para pagar um empréstimo de 2016 consegue gerir o maior orçamento de mídia do Estado?"
A reportagem entrou em contato com a Secom-MT para esclarecimentos sobre a compatibilidade patrimonial e a execução judicial citada, mas não obteve resposta até o fechamento desta nota.
A redação do portal segue à disposição da Secretária para eventuais manifestações e explicações.
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