16/03/2026 - 09:18 | Atualizada em 16/03/2026 - 09:40
Cícero Henrique
A segunda-feira amanheceu com o termômetro subindo, e não é por causa do calor de Cuiabá. O clima nos bastidores do União Brasil em Mato Grosso é de puro "salve-se quem puder". Com quatro caciques de peso disputando as mesmas cadeiras na Assembleia Legislativa, a pergunta que não quer calar nos corredores da ALMT é: quem será o sacrificado no altar do coeficiente eleitoral?
De um lado, a estrutura pesada de Eduardo Botelho e o sobrenome histórico de Júlio Campos parecem blindados, mas política em MT é igual nuvem: você olha, está de um jeito; olha de novo, e já mudou.
Na linha de frente do risco, os nomes de Sebastião Rezende e Dilmar Dal Bosco aparecem no radar dos analistas de plantão. Rezende, com seu voto silencioso e fiel da base evangélica, vê o avanço de novas lideranças religiosas. Já Dal Bosco, o fiel escudeiro do Palácio Paiaguás, carrega o bônus e o ônus de ser a "cara do governo" na Casa de Leis.
No União Brasil, a disputa não é contra a oposição, é contra o "fogo amigo". Dizem as más línguas que já tem gente contando os votos do colega de bancada antes mesmo de garantir os seus. Se a conta não fechar, algum desses gigantes vai ter que aprender a viver de "suplência" ou de cargo de indicação.
Na sua opinião, qual desses nomes é o mais forte para garantir a reeleição?
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