06/03/2026 - 22:45 | Atualizada em 09/03/2026 - 09:27
Cícero Henrique
A economia de Mato Grosso gira em torno de um núcleo relativamente restrito de grandes empresas do agronegócio, da indústria e da construção pesada que concentram contratos públicos, incentivos fiscais e participação em grandes obras de infraestrutura.
Levantamentos de dados públicos e relatórios de órgãos de controle mostram que grupos empresariais nacionais e multinacionais – como Amaggi, Cargill, Bunge, ADM, JBS e Marfrig – estão entre os principais beneficiários de programas fiscais e cadeias industriais estratégicas no estado.
Ao mesmo tempo, empresas de construção e engenharia como LCM Construção, MTSUL Construções, Agrimat Engenharia e Engeglobal figuram entre as companhias que frequentemente participam de licitações e contratos ligados à expansão rodoviária e obras públicas.
No setor energético e de biocombustíveis, companhias como Inpasa, FS Bioenergia e Raízen ampliaram sua presença no estado impulsionadas pelo crescimento da produção agrícola e pela expansão da indústria do etanol de milho.
Esse conjunto de empresas forma a espinha dorsal da economia mato-grossense e movimenta bilhões de reais todos os anos em contratos, investimentos privados e incentivos fiscais.
Especialistas apontam que o desafio do estado é ampliar a transparência sobre esses recursos, garantindo que os benefícios econômicos se traduzam em desenvolvimento social, infraestrutura e serviços públicos para a população.
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