Nos corredores do Judiciário mato-grossense, advogados comentam que o nepotismo moderno não é mais direto. Agora seria “nepotismo gourmet” — sofisticado, cruzado e difícil de provar.
Servidores afirmam que algumas nomeações estratégicas dentro do tribunal sempre geram comentários internos, principalmente quando envolvem vínculos familiares com magistrados.
Sempre que o tema volta à tona, cresce a expectativa sobre possível atuação do Conselho Nacional de Justiça, que já investigou práticas semelhantes em outros estados.
Com a palavra o Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
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