O ex-governador de Mato Grosso, Pedro Taques, publicou um vídeo em que, didaticamente, apresenta detalhes do que pode ser o maior escândalo da administração Mauro Mendes (UB).
"Na exposição também revelo a engenharia financeira utilizada para fracionar e ocultar o destino do dinheiro público, com passagem por fundos de investimento criados há pouco tempo e ligação com o filho do governador Mauro Mendes, Luís Antônio Taveira Mendes, o Luizinho, o secretário da Casa Civil, Fábio Garcia, o Fabinho e seu pai Robério Garcia, o Berinho. Busquei apresentar o conteúdo de forma didática, sem juridiquês, com linha do tempo, provas documentais e explicação clara do impacto desse acordo para o patrimônio do povo de Mato Grosso. Busquei apresentar o conteúdo de forma didática, sem juridiquês, com linha do tempo, provas documentais e explicação clara do impacto desse acordo para o patrimônio do povo de Mato Grosso", diz Taques no texto de apresentação do vídeo no YouTube.
O ex-governador e ex-senador expõe documentos e afirma que o acordo bilionário da Oi, intermediado pelo então advogado Ricardo Almeida, tramitou em "velocidade de cometa": protocolado às 15:32 do dia 20 de dezembro de 2023 e aprovado pela Procuradoria-Geral em apenas 33 minutos.
Segundo a denúncia de Taques, o governo operou na calada do Natal, no dia 20/12/23, para evitar o escrutínio público, garantindo um "presente" milionário para um grupo político restrito enquanto a sociedade estava distraída com as festas de fim de ano.
O governador Mauro Mendes e a PGE negam qualquer irregularidade e questionam Pedro Taques na Justiça. Este, por sua vez, apresentou a denúncia à Procuradoria-Geral da República além do TCE-MT.
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