28/01/2026 - 13:18 | Atualizada em 30/01/2026 - 11:56
Cícero Henrique
A cada dia que se mexe no caso do Banco Master, mais se arregala os olhos. Tudo começou com um escândalo financeiro envolvendo uma instituição nova e com um dono que enriqueceu de forma muito rápida.
As revelações chegaram ao STF. Ontem, o portal Metrópoles chegou a publicar a informação de que o ministro Alexandre de Moraes teria se reunido duas vezes com o banqueiro Daniel Vorcaro para tratar sobre a venda do Master ao BRB, em 2025. Mas o Supremo divulgou nota negando a notícia. Quem está no olho do furacão é Dias Toffoli. Ele é responsável pelo processo e, apesar das ligações familiares e encontros indevidos, não quer largar e vem suportando a pressão, inclusive interna.
Agora a crise bate á porta do Palácio do Planalto, com o fato de que o escritório de advocacia da família de Ricardo Levandowski prestou consultoria e recebeu R$ 5 milhões do Banco Master.
Levandowski é ex-ministro do STF e, na época, estava no pasta da Justiça e Segurança Pública do Governo Lula. Isso causou preocupação no Governo.
Para acrescentar mais um ingrediente nessa receita, o presidente Lula (PT) teve reunião com Vorcaro, que não constava na agenda oficial. Isso aconteceu pouco antes de acertos para o BRB comprar o Master. O Banco Central mandou desfazer o negócio. Tudo está gerando suspeitas sobre integrantes dos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, em pleno ano eleitoral.
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