27/01/2026 - 13:50 | Atualizada em 28/01/2026 - 08:40
Cícero Henrique
A redação do Caldeirão Político vem recebendo diversas denúncias de falta de manutenção de praças no município.
Em que pese a Prefeitura anunciar a limpeza e manutenção de 52 praças em janeiro, as queixas de lixo acumulado, mato e más condições de equipamentos públicos se acumulam. Uma das preocupações relatadas é acerca do risco que esses locais representam à segurança das crianças, que ficam expostas a picadas de animais peçonhentos.
Um dos locais apontados por moradores é a Praça Matilde Maria do Nascimento, no Bairro CPA 1, onde há uma Academia da Terceira Idade. Para conseguir usufruir da academia, alguns moradores decidiram limpar o entorno por conta própria. "A comunidade limpa aí para não ser picado por cobra ou escorpião. Está cheio de caramujo lá", alertam.

Conforme reclamações de vizinhos e frequentadores, o abandono e a depredação do espaço contribuem para o aumento da violência, já que locais sem manutenção vêm atraindo pessoas para a prática de ilícitos e afastando a comunidade desses locais, muitas vezes a única área de lazer disponível. Além disso, acabam se tornando criadouros de Aedes Aegypti, responsável pela transmissão do vírus da dengue.
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Para a comunidade, falta ação da prefeitura na revitalização desses locais, como também por parte dos vereadores uma fiscalização mais intensa.
Buracos
Outro ponto de reclamações dos cuiabanos é, ainda, a quantidade de buracos nas vias de diversos bairros, inclusive na área central da cidade. "Por qualquer local que se ande, é fácil encontrar lixo acumulado, “panelas” no asfalto e mato", diz uma cidadã que prefere não se identificar temendo represálias.
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“Eu tenho certeza que em cada buraco que eu caio, porque muitas vezes não dá para ver, o meu carro estraga cada vez mais. É um absurdo”, diz o engenheiro Fábio Possai, 37 anos.
Nas ruas, o cidadão pede apenas mais respeito pelo município por parte do prefeito Abílio Brunini. "É triste ver as coisas assim. Falta respeito e amor pela cidade. Espero que as coisas mudem", disse o operário João Lucio, 37 anos.
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