22/01/2026 - 11:55 | Atualizada em 22/01/2026 - 13:08
Redação
O corpo técnico do Supremo Tribunal Federal (STF) suspeita que parte dos vazamentos contra ministros da Corte tem origem na atual gestão do banco Master, comandado pelo liquidante indicado pelo Banco Central, Eduardo Félix Bianchini.
Servidores do Supremo entendem que alguns documentos, como o contrato de R$ 129 milhões envolvendo a esposa de Alexandre de Moraes, não teriam sido vazados à imprensa pela Polícia Federal, por mais que haja a suspeita de que outros documentos tenham sido entregues por servidores da corporação policial.
Como já revelou o portal Vero Notícias, além das atribuições no Master, Bianchini tem se preocupado com o humor de bancos privados, como o BTG e o Itaú, que são possíveis beneficiários da liquidação da instituição financeira.
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