O ano termina com sensação de desalento e o pessimismo predomina em relação à gestão das duas maiores cidades de Mato Grosso, Cuiabá e Várzea Grande.
As últimas ações da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), deixou centenas de pessoas indignadas. Endividada, a Prefeitura enfrenta crise na Saúde, Limpeza Urbana e no DAE. Sem conseguir avançar com as promessas de campanha, Moretti fica desacreditada.
Situação semelhante ocorre com a Prefeitura de Cuiabá. O prefeito Abílio Brunini conseguiu acabar com a taxa de lixo, mas aprovou reajuste do IPTU que pode chegar a 40%. A Prefeitura continua inadimplente com centenas de credores e até
restos a pagar herdados da gestão anterior, de Emanuel Pinheiro, ainda não foram honrados.
Ambos prefeitos se defendem, mas as explicações ainda deixam a desejar. A ordem, agora, é aproveitar o recesso para preparar as justificativas e ajustar a rota, a fim de dar transparência em todos os níveis e buscar uma pacificação. Quase uma missão impossível para os dois gestores.
Em Várzea Grande, o ano de 2026 tem todas as condições para ser um desastre total. É o que dizem nos bastidores os políticos ouvidos pela redação.
Resta saber se Cuiabá seguirá o mesmos rumo da cidade vizinha.
A verdade é que o pessimismo tomou conta das duas gestões, que até agora são um fiasco.