02/11/2025 - 12:08
Redação
A operação que deixou 121 mortos no Rio recolocou a segurança pública no centro do debate político e forçou o governo Lula a adotar postura mais cautelosa. O presidente evitou críticas diretas à ação e defendeu combate ao crime “sem risco a inocentes”.
Aliados dizem que a estratégia busca conter desgaste e neutralizar o discurso da direita, que tenta capitalizar o episódio. Governadores conservadores se uniram em torno do “Consórcio da Paz”, criado após a operação.
A crise levou o Planalto a acelerar pautas de segurança, como a PEC do tema, e a destacar ações de inteligência. O PT também encomendou pesquisas para medir os efeitos da operação sobre a imagem de Lula
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