02/09/2025 - 18:11 | Atualizada em 03/09/2025 - 15:43
Cícero Henrique
Começa agora, antes mesmo da possível condenação de Bolsonaro e de seus aliados do núcleo golpista, a próxima etapa do roteiro que a extrema-direita desenha para se adaptar às circuntâncias políticas e judiciais.
O bolsonarismo se prepara para tentar manter liderança longe do líder, Jair Bolsonaro. É inegável a força da extrema-direita, com a adesão de empresários bilionários e produtores do agronegócio ávidos para impedir qualquer pauta de proteção ambiental. Estão globalmente organizados sob o slogan "família, pátria e liberdade". Por trás do véu estão os interesses econômicos, a sede de poder e o desprezo pela democracia.
No Congresso Nacional, a direita tem mais representação parlamentar, mais potencial de votos e mais engajamento.
Já em Mato Grosso a extrema-direita cresceu graças a Jair Bolsonaro. Os políticos de MT pegaram carona com JB para se elegerem ou se sustentarem no cenário político.
A maioria da direita (alguns nem suportam Bolsonaro), sabe que é necessário manter o discurso bolsonarista, principalmente perante a 'bolha', para conquistar votos.
Com a ausência do puxador de votos, como estes políticos se sairão? Se condenado, Bolsonaro estará impedido de participar do processo político e das campanhas eleitorais. Não terão vídeos de apoio, nem foto na propaganda política. O discurso vitimista será suficiente para alavancar candidaturas?
Quem apadrinhará a direita em Mato Grosso?
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