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Max Russi comenta sucessão de Mauro Mendes e rechaça "imposição" de Trump

Nome do presidente da AL tem sido lembrado pelo eleitorado mato-grossense

16/07/2025 - 12:30 | Atualizada em 16/07/2025 - 17:18

Cícero Henrique

Max Russi comenta sucessão de Mauro Mendes e rechaça

Foto: Cícero Henrique/Caldeirão Político

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB), comentou nesta terça-feira (16) as notícias envolvendo seu nome como possível candidato ao governo de Mato Grosso em 2026. Pesquisas recentes, registradas e as divulgadas nas redes sociais, mostram seu nome entre os mais lembrados pelo eleitorado mato-grossense.

Max Russi, em tom cauteloso, afirmou que sua prioridade atual é o trabalho à frente do Legislativo estadual.

“Sinceramente, fico muito feliz. Nunca imaginei chegar à presidência da Assembleia. Deus tem me dado mais do que eu poderia esperar. Isso é fruto de muito trabalho, de dedicação”, afirmou.

O presidente da ALMT disse reconhecer a responsabilidade do cargo que ocupa, reforçando que está totalmente voltado ao fortalecimento do parlamento e à entrega de resultados concretos para a população.

“Qualquer cargo maior é consequência. Hoje, meu projeto é ser um bom presidente da Assembleia, dar conta do recado, atender a população e ajudar a entregar obras e melhorias nos municípios de Mato Grosso. O futuro pertence a Deus, mas o presente exige trabalho e responsabilidade”, completou.

Em conversa com jornalistas nesta manhã, na AL, Russi foi questionado também sobre seu posicionamento em relação ao 'tarifaço' imposto por Donald Trump ao Brasil. O parlamentar chamou de 'decisão louca', "uma decisão sem critério técnico", por meio de uma carta postada em rede social. Russi defendeu que a questão seja conduzida pela Diplomacia brasileira. "É preciso dar um prazo para a negociação antes de qualquer medida mais drástica", disse Russi.

O deputado defendeu a separação dos poderes e criticou a pressão de Trump, que vincula a redução das tarifas à não condenação de Jair Bolsonaro pelo STF. Max Russi reiterou que o Judiciário é independente e o papel das autoridades é defender os interesses do Brasil. "Não podemos aceitar imposição", concluiu Russi.
 

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