13/07/2025 - 11:21 | Atualizada em 14/07/2025 - 18:22
Cícero Henrique
Há cerca de 15 dias, o que começou de forma tímida, ganhou ares de campanha eleitoral. Um ano e quatro meses antes da eleição de 2026, oito pré-candidatos ao Senado em Mato Grosso começaram, pelas redes sociais e nas ruas, uma luta desenfreada pelo voto e também – o que é mais real – por apenas duas vagas em disputa, o que talvez explique a precipitação.
No próximo ano, a não ser que o impensável venha a acontecer, só dois candidatos a governador, o vice-governador Otaviano Pivetta, que tentará a eleição, e o senador Jayme Campos vão disputar o pleito, e estarão acompanhados por dois candidatos ao Senado cada um.
Se algum outsider aparecer vai caminhar sozinho, espremido pelas duas máquinas poderosas que vão se enfrentar, levando junto quase todo o tempo de propaganda eleitoral disponível.
“Se já fosse ano de eleição iam chover reclamações judiciais pela campanha fora do prazo”, comentou esta semana um deputado federal , referindo-se à grande quantidade de registros nas redes sociais dos pré-candidatos ao Senado, visitando eleitores, fazendo selfies com correligionários ou, literalmente, correndo pelas ruas, como fizeram alguns pré-candidatos, para deleite dos que o acompanham no Instagram.
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