30/04/2025 - 16:03
Redação
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffman, disse que o presidente Lula vai nomear um novo presidente do INSS em vez de Carlos Lupi, ministro da Previdência Social, após a fraude de descontos não autorizados de descontos nas aposentadorias. Segundo ela, a nomeação será “o mais rápido possível”.
“O presidente vai nomear um novo presidente do INSS, uma nova direção do INSS. E a recomendação com certeza é isso, esses fatos serem resolvidos, ou seja, todos esses gargalos, vasos serem fechados para não acontecer de novo, e ter medidas no âmbito administrativo, tecnológico, para que o instituto melhore sua administração”. As informações são do g1.
Ao ser questionada de o motivo de Lupi não ter feito a indicação, Gleisi respondeu que foi “porque o presidente resolveu fazer” e negou ser falta de confiança no ministro: “não é que perdeu a confiança, o presidente acha que tem que fazer a nomeação do INSS e resolveu trazer pra si”.
Gleisi também disse “não há nada” contra Carlos Lupi, ministro da Previdência Social, na investigação sobre a fraude no INSS e que se, no futuro, algo o envolva, ele tem que ser afastado, indicando que ele deve permanecer no cargo.
“Se não tem nada que o envolve, não tem motivo para ser afastado. Eu acho que ele está fazendo as explicações, se defendendo. Obviamente, se tiver alguma coisa que no futuro venha envolvê-lo, e não só ele, qualquer outro ministro, aí sim tem que ser afastado e o presidente não vai deixar de fazer isso”, disse Gleisi em entrevista ao “Estúdio i”.
Gleisi disse que o presidente Lula (PT) não determinou que Lupi se manifestasse sobre as fraudes no INSS mas que “o governo espera que ele dê explicações” e que o caso seja resolvido. “E agora que ele já esclareceu, acho que tem que se concentrar para adotar todas as medidas e essa é a orientação firme do presidente. Adotar todas as medidas para resolver essa situação.”
“O que é preciso é que as coisas que Lula determinou sejam feitas, ou seja, continue-se a investigação e se aprofunda a investigação, porque o que nós estamos vendo agora é algo que não começou agora, é o que começou anteriormente, ou seja, desde 2019 tem problemas de irregularidades, quem que decidiu investigar foi o governo do presidente Lula, foi a Controladoria-geral da União que fez o relatório, pegou dados do TCU e acionou a polícia federal.”
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