30/01/2025 - 15:37 | Atualizada em 30/01/2025 - 17:14
Cícero Henrique
O Brasil pode ser sacudido nos próximos meses por um escândalo de grandes proporções, com extensão e capilaridade maior do que a finada operação Lava Jato. A essência das investigações, em curso no Ministério Público Federal e na Polícia Federal, é a chamada emenda PIX, mecanismo pelo qual parlamentares fazem transferência de valores do orçamento diretamente para prefeituras e estados, sem qualquer transparência tampouco rastreabilidade.
Uma fonte com trânsito em instância de poder da capital federal revelou que o caso é grave e com potencial devastador. Incialmente, foram detectados alguns indícios de irregularidades graves no Nordeste e no Sudeste e Centro-Oeste, mas é muito provável que a prática supostamente criminosa tenha se espraiado por todo país.
O estado de Mato Grosso não está fora do radar do MPF. Transferências, via emenda PIX, para prefeituras começaram a ser escrutinadas pelas autoridades. As primeiras revelações são preocupantes. Há fortes indícios de corrupção e uso inadequado de recursos públicos.
O número de cidades monitoradas deve aumentar, já que a área técnica da PGR (Procuradoria-Geral da República) aponta que mais de 4.000 municípios receberam essas emendas. No ano passado, estavam disponíveis R$ 7,6 bilhões do Orçamento para essa modalidade de transferência.
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