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PCDF mira criminosos que alteraram titularidade de chips e causaram prejuízo de R$ 3 milhões

Esquema de fraude contra o Banco de Brasília (BRB) pode ter tido ajuda de funcionário de uma grande operadora de celular

02/07/2024 - 09:10 | Atualizada em 02/07/2024 - 09:40

Redação

PCDF mira criminosos que alteraram titularidade de chips e causaram prejuízo de R$ 3 milhões

Ilustração

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

A Polícia Civil do Distrito Federal— PCDF, deflagrou, na manhã desta terça-feira(2), a partir de seis meses de investigações , a Operação SimCard. A ação visou cumprir cinco mandados de busca para colher elementos comprobatórios de um esquema de fraude contra o Banco de Brasília (BRB), estimado em R$ 3 milhões.

Durante as diligências, os investigadores apreenderam documentos e aparelhos celulares. De acordo com as investigações da equipe da Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, a Propriedade Material e a Fraudes—Corf, os envolvidos no esquema fraudulento trocavam a titularidade de linhas de celulares vinculadas a clientes de uma grande operadora móvel nacional, cujo nome não foi informado pela PCDF. Posteriormente, os criminosos trocam o chip, que tem uma linha telefônica (número) diferente do verdadeiro titular da conta, com a finalidade de baixar o app do banco para acessar os cartões virtuais dos clientes para efetuar diversas compras.

De acordo com o diretor-adjunto da Divisão de Proteção ao Consumidor—DPCon, delegado Henry Galdino Mundim, o cliente da operadora telefônica somente percebe o golpe quando não mais consegue acessar a linha telefônica, os aplicativos e serviços instalados e disponíveis no aparelho celular.

“A Corf prossegue com as investigações no sentido de verificar se há participação de colaboradores da respectiva operadora de telefonia móvel”, destaca.



ALERTA

A PCDF alerta a população que, em caso de constatar interrupção repentina da comunicação telefônica e/ou acesso a aplicativos bancários instalados no dispositivo móvel, por exemplo, é necessário comunicar à operadora de telefonia e agência bancária. Caso haja suspeita de fraude, a vítima deve registrar ocorrência policial na delegacia mais próxima ou na Delegacia Eletrônica, por meio do site da PCDF: www.pcdf.df.gov.br 
 

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