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Governo de MT esquece valorização dos educadores, prioriza agronegócio nas políticas estaduais, denuncia Sintep

PROFESSORES EMPOBRECIDOS EM MT

23/06/2024 - 10:59 | Atualizada em 23/06/2024 - 13:10

Cícero Henrique

Governo de MT esquece valorização dos educadores, prioriza agronegócio nas políticas estaduais, denuncia Sintep

Foto: Reprodução

O estado de Mato Grosso está um verdadeiro caos devido a insegurança pública, pessoas morrendo pela falta de saúde, o fracasso do governo no combate aos desmatamentos e enfrentamentos contra os garimpos clandestinos e na educação que foi completamente abandonada, sucateado pelo atual gestor, como reflexo disso os professores empobreceram ainda mais na gestão do governador Mauro Mendes.

O Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de Mato Grosso para 2025 projeta um aumento de 7,81% no orçamento, totalizando R$ 35 bilhões. Essa expansão orçamentária, apresentada em 20 de junho, fortalece a posição do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), que defende a recomposição do poder de compra dos educadores.

Apesar do crescimento econômico do estado, a gestão de Mauro Mendes nos últimos cinco anos eliminou a política de ganho real para os servidores públicos. Valdeir Pereira, presidente do Sintep-MT, critica a falta de vontade política do governo em usar os recursos disponíveis para valorizar os servidores públicos e resolver pendências financeiras anteriores, como os calotes das Revisões Gerais Anuais (RGA).

Pereira destaca que o crescimento econômico de Mato Grosso reflete as mudanças políticas no governo federal, que impulsionaram o orçamento dos estados. Embora a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) tenha estabelecido o percentual de inflação em 3,45%, o sindicalista acredita que há recursos suficientes para resolver as pendências das RGA’s e acabar com o Confisco, que o Supremo Tribunal Federal (STF) já sinalizou ser inconstitucional.

O presidente do Sintep-MT também critica a priorização do agronegócio nas políticas estaduais, em detrimento dos servidores públicos, especialmente os da educação. Para o sindicato, o orçamento poderia assegurar a valorização dos profissionais da educação e permitir a realização de concursos públicos para preencher todas as vagas na Educação Básica, em vez de precarizar e terceirizar o setor.
 

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