22/06/2024 - 12:33
Redação
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, abordou a complexa situação envolvendo o leilão de compra de arroz importado. Diante das enchentes no Rio Grande do Sul, maior produtor do cereal no Brasil, o governo enfrenta um dilema entre conter a alta dos preços e evitar o desabastecimento. Fávaro admitiu pela primeira vez a possibilidade de o governo desistir do leilão, caso alternativas viáveis sejam apresentadas para resolver a crise.
O contexto foi agravado pela recente tentativa frustrada de realizar o leilão, cancelada sob alegações de "falcatrua", termo utilizado pelo presidente Lula. Fávaro expressou sua frustração com a demora na demissão do diretor da Conab, Thiago José dos Santos, afirmando que, se dependesse dele, a demissão já teria ocorrido.
Além disso, em meio às negociações para o Plano Safra, Fávaro destacou que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, precisa decidir entre conter os gastos ou aumentá-los para atender às demandas dos produtores rurais.
Comentando a demissão de seu secretário Neri Geller, devido ao envolvimento de ex-assessores no leilão, Fávaro comparou sua ação à de Itamar Franco, que afastou um ministro acusado e o reincorporou após ser inocentado. Quando questionado se Lula deveria adotar a mesma postura com Juscelino Filho, ministro das Comunicações indiciado por corrupção, Fávaro respondeu de forma diplomática, afirmando que cada um tem suas atribuições e princípios de governar.
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