informe o texto

Notícias | Brasil

PF prende atacadistas que financiaram acampamento em Brasília

29/02/2024 - 08:19 | Atualizada em 01/03/2024 - 13:20

Da Redação

PF prende atacadistas que financiaram acampamento em Brasília

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (29/2), a 25ª fase da Operação Lesa Pátria, com o objetivo de identificar pessoas que financiaram e fomentaram os fatos ocorridos em 8/01/2023, em Brasília/DF, quando o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal foram invadidos por indivíduos que promoveram violência e dano generalizado contra os imóveis, móveis e objetos daquelas Instituições.

Ao todo, estão sendo cumpridos 34 mandados judiciais, sendo 24 mandados de busca e apreensão, três mandados de prisão preventiva e sete de monitoramento eletrônico, todos expedidos pelo Supremo Tribunal Federal. Ações ocorrem no Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Tocantins, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Espírito Santo e Distrito Federal.

Além disso, foi determinada a indisponibilidade de bens, ativos e valores dos investigados. Apura-se que a quantia dos danos causados ao patrimônio público possa chegar à cifra de R$ 40 milhões.

Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

As investigações continuam em curso, e a Operação Lesa Pátria é permanente, com atualizações periódicas acerca do número de mandados judiciais cumpridos e pessoas capturadas.

Medidas judiciais
  • 24 mandados de busca e apreensão (8 – TO), (6 – SP), (2 – MS), (3 – PR), (1 – RS), (1 – MG), (1 – ES), (2 – DF)
  • 3 mandados de prisão preventiva (1 – SP), (2 – DF)
  • 7 monitoramentos com tornozeleira eletrônica (1 – MS), (3 – PR), (1 – RS), (1 – SP), 1 – MG)
LP 02.jpeg


Presos

Dois atacadistas foram presos no Distrito Federa, acusados de financiar o acampamento em frente o QG do Exército em Brasília. De acordo com a investigação, eles teriam criado um grupo de WhatsApp para arrecadar dinheiro para aluguel de lonas aos acampados em frente ao QG do Exército.

Ainda segundo a PF, eles também forneciam semanalmente alimentos e água para os acampados. Os empresários bancavam ainda parte do pagamento pelos banheiros químicos instalados na Praça dos Cristais, no Setor Militar Urbano (SMU), em Brasília.

São eles:
  •  Adauto Lucio de Mesquita e 
  • Joveci Xavier de Andrade
  • Diogo Arthur Galvão, preso em Campinas (SP)
 

Informe seu email e receba notícias!

Sitevip Internet