17/01/2013 - 11:00
Cícero Henrique
Em entrevista na manhã desta quinta-feira,17, o senador Pedro Taques (PDT-MT) admitiu que será candidato à presidência do Senado caso o clega Randolfe Rodrigues (Psol-AP) desista. Segundo o mato-grossense, ambos conversam sobre esta possibilidade. O que reforça a candidatura de Pedro Taques é o apoio dos senadores Alvaro Dias (PSDB-PR), Pedro Simon (PMDB-RS) e Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE).
O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) comunicou sua candidatura à Presidência do Senado à imprensa na terça-feira,15.No entanto, não tem apoio do PSDB, considerado fundamental para o fortalecimento da chapa.
O adversário é Renan Calheiros (PMDB-AL). Seu provável retorno á presidência do Senado levou um grupo de senadores a divulgar manifesto contrário a sua eleição. O documento, intitulado “Uma nova presidência e um novo rumo para o Senado”, é uma plataforma de propostas de modificação no funcionamento administrativo e legislativo da Casa, abalada nos últimos anos por sucessivas crises, como a saída de Renan, em 2007, da presidência, após ser absolvido de dois processos de cassação em plenário, e os atos secretos, revelados em 2009, que quase derrubaram o atual presidente José Sarney (PMDB-AP). Randolfe Rodrigues e Pedro Taques assinaram o manifesto, dentre outros.
O PSDB tem 10 dos 81 votos e tem trabalhado para viabilizar a candidatura de Pedro Taques. "Eu creio que a candidatura dele teria uma vantagem por ser da base aliada", afirmou Alvaro Dias.
Para o Caldeirão Político, Pedro Taques afirmou que sua candidatura se pautará pela defesa da ética, transparência e celeridade do processo legislativo. Além disso, defende que a votação das Medidas Provisórias sejam disciplinadas, com discussão uma a uma, para que o Senado não fique "à mercê do planalto".
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