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''Ausente'', Diego Guimarães não vota parecer da CCJ sobre caso Paccola

02/08/2022 - 14:13 | Atualizada em 03/08/2022 - 11:17

Da Redação

''Ausente'', Diego Guimarães não vota parecer da CCJ sobre caso Paccola

Vereador por Cuiabá Diego Guimarães (Republicanos)

Foto: Reprodução/Câmara Municipal de Cuiabá

O vereador Diego Guimarães (Republicanos) teve a ausência registrada no painel de votação do parecer da CCJ sobre o pedido de afastamento do colega de partido, vereador Marcos Paccola. Minutos depois estava na tribuna criticando irregularidades na Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá.

Apesar de indiciado por homicídio qualificado, Paccola continua comparecendo armado às sessões do legislativo de Cuiabá, segundo a vereadora Edna, autora do pedido de afastamento de Paccola. 

Diego Guimarães, que se posiciona historicamente contra irregularidades no executivo municipal, preferiu não se posicionar sobre o parecer da CCJ, que rejeitou o requerimento de afastamento de Paccola, que foi filmado por câmeras de segurança atirando pelas costas e matando o agente Alexandre Myagawa de Barros durante uma confusão no trânsito. Veja aqui.



A maioria dos parlamentares, seja da oposição ou da base do prefeito Emanuel Pinheiro, parecem incomodados com a 'batata quente' e parecem dispostos a arquivar o caso. Hoje, 21 vereadores aprovaram o parecer da CCJ, contrário ao afastamento de Paccola antes que seja apreciado pela Comissão de Ética.

Comissão de Ética
O requerimento com pedido de afastamento e cassação do vereador Tenente-Coronel Marcos Paccola segue para análise da Comissão de Ética da Câmara Municipal.

Segundo o vereador Lilo pinheiro, presidente da comissão, o relator do processo será o vereador Kássio Coelho, do mesmo partido que Paccola e Diego Guimarães. Kássio está afastado do legislativo e retornará na próxima semana.

Réu
No mesmo dia em a maioria dos vereadores votou contra o afastamento do parlamentar, o juiz da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, Flávio Mioraglia, acolheu a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE).  O vereador passa a ser réu pela morte do agente socioeducativo Alexandre Miyagawa de Barros.
 

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