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Em Mato Grosso, “filhismo” na política é prática comum

ELEIÇÕES 2022

09/05/2022 - 11:49 | Atualizada em 10/05/2022 - 08:12

Cícero Henrique

Em Mato Grosso, “filhismo” na política é prática comum

Foto: Fablicio Rodrigues/ALMT

O termo “filhismo”, desconhecido para alguns, é tradição de famílias com sobrenomes conhecidos na política. Em Mato Grosso, políticos que ocuparam cadeiras na Câmara Municipal de Cuiabá, Várzea Grande, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso e também na Câmara dos Deputados deixaram herdeiros políticos para perpetuar o legado das famílias na gestão pública.

A política é, ainda, um ambiente majoritariamente masculino, por isso a perpetuação de homens com o sobrenome em comum, herança de pai para filho, é mais corriqueira, mas as mulheres começam a aparecer.

A tentativa de dar continuidade às famílias no poder não é novidade no Brasil, aproveitando o conhecimento público do sobrenome ou do capital político que um determinado líder tem para emplacar os ‘próximos da linha sucessória’ em cargos eletivos.

Herdeiros políticos
José Riva é ex-deputado estadual. Uma de suas filhas, Janaina Riva, seguiu o caminho da política e se elegeu deputada estadual.

Emanuel Pinheiro Neto, deputado federal, é filho do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, cujo pai foi deputado. Antonio Bosaipo, pré-candidato a deputado estadual, é filho do ex-deputado Humberto Bosaipo. 

Há outros políticos que tentaram colocar filhos ou filhas na política, mas não conseguiram. Outros planejam retomar o poder nas eleições de 2022.

 

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