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Congresso Nacional aprova o golpe do fundão e redes sociais revidam: canalhas!

15/07/2021 - 19:38 | Atualizada em 16/07/2021 - 16:44

Da Redação

Congresso Nacional aprova o golpe do fundão e redes sociais revidam: canalhas!

Foto: Reprodução

O Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (15) o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2022 (LDO - PLN 3/21), que determina as metas e prioridades para os gastos do governo no ano que vem. Vacinas, creches, casas e tratamento de câncer estão entre as despesas prioritárias. 

O projeto prevê um deficit de R$ 177,5 bilhões no ano que vem. Também projeta um salário mínimo de R$ 1.147, inflação de 3,5% e crescimento do PIB de 2,5%.

A LDO contempla aumento do Fundo Eleitoral de R$ 2 bilhões para R$ 5,6 bilhões. A reação da população foi imediata nas redes sociais, com veemente repúdio a mais esse achaque dos fisiologistas, que dão as costas ao milhões de brasileiros desempregados, à premente necessidade de comprar mais vacinas contra a covid-19. 
Entre os deputados, o placar de votação foi de 278 votos a favor do projeto, 145 contra e 1 abstenção. Entre os senadores, 40 a favor e 33 contra.

Bancada de Mato Grosso na Câmara
José Medeiros (Podemos), Neri Geller (PP), Emanuelzinho(PTB), Juarez Costa (MDB), Dr. Leonardo (Solidariedade), Nelson Barbudo (PSL) e Valtenir Pereira (MDB) votaram SIM.
A deputada Rosa Neide (PT) votou NÃO. 

Os parlamentares bolsonaristas Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Carla Zambelli, Bia Kicis, Helio Lopes, Osmar Terra, Marco Feliciano e Carlos Jordy votaram a favor do 'golpe do fundão'.

O jornalista Diego Amorim disparou: "MIL VEZES CANALHAS", traduzindo o sentimento dos internautas.

 





O senador Jayme Campos (DEM-MT), chegou a liberar a bancada para votar, mas pouco antes do encerramento mudou o encaminhamento. "Fizemos alguns contatos", disse o mato-grossense, dando a entender que nos bastidores senadores da base estavam convencendo os colegas.

Ouça: 
 

Jorge Kajuru (Podemos-GO) criticou o 'silêncio sepulcral' em meio a votação, enquanto senadores estavam ao celular. Kajuru disse que, nas redes sociais, "a maioria estava entendendo que os senhores estavam negociando com os partidos para que o fundo eleitoral seja aumentado dessa forma escandalosa".

Votos dos senadores



 
 

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