27/05/2012 - 10:38
Morris Kachani
Pela janela do carro avistam-se as intermináveis áreas de cultivo de soja (2,77 milhões de hectares), algumas colheitadeiras importadas de última geração, com GPS e ar-condicionado, que chegam a custar perto de R$ 1 milhão, e unidades industriais de esmagamento de grãos (são 12 no total), frigoríficos (14) e usinas de biodiesel (3).
Mato Grosso é hoje o maior produtor de soja do Brasil -somente neste ano serão 21,4 milhões de toneladas.
Mas o trajeto, partindo da capital Cuiabá, se dá por uma rodovia precária, de pista única nos dois sentidos, que é a principal via de escoamento da produção (40% da soja passa pela BR-163). São 146 mil caminhões por ano. O gargalo na infraestrutura dos transportes é o grande problema.
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