08/09/2013 - 09:56
Cícero Henrique
Na base do governador Silval Barbosa há pelo menos duas correntes. Uma, a maior, diz que o peemedebista deve ser candidato ao senado “de qualquer maneira” e o incentiva a percorrer todo o Estado, conversando com líderes municipais e inaugurando obras, numa jornada estafante. Este grupo acredita que, sem Silval, a chamada base aliada será derrotada. Avalia Teté Bezerra, Eder Moraes, Carlos Bezerra como bons nomes, mas sem densidade eleitoral suficiente para derrotar pesos pesados como Pedro Taques e Julier Sebastião. Apostam, por outro lado, que Maurição, que apontam como uma “excrescência política” (termo exagerado para definir o empresário), seria derrotado por um candidato menos cotado.
A corrente dominante, que inclui políticos, empresários e jornalistas, é a que aposta que Silval deve ser candidato “de qualquer maneira” e “doa a quem doer”. Um deputado é peremptório: “Silval, ainda que tenha algum desgaste, ganha de qualquer um dos nomes da oposição, inclusive de Jayme Campos. Porque não ‘dorme’ em serviço, trabalha em tempo integral e é uma raposa política.
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