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Ao vivo: Pazuello explica PNI contra a covid no Senado

17/12/2020 - 10:56 | Atualizada em 17/12/2020 - 14:34

Redação

Ao vivo: Pazuello explica PNI contra a covid no Senado

Foto: Erasmo Salomão/MS

O Senado realiza nesta quinta-feira (17) duas sessões remotas de debates: uma sobre os planos de vacinação contra a covid-19.

 A sessão temática visa a apresentação do plano de vacinação do governo federal e dos governos estaduais contra a covid-19. Para esse debate foram convidados o general Eduardo Pazuello, ministro da Saúde; Francieli Fantinato, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde; Arnaldo Correia de Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde; e Marco Krieger, vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Neste momento o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, fala sobre o Plano Nacional de Imunização contra a covid-19.

O Brasil “não fez o dever de casa” ao tratar da pandemia de coronavírus que chegou ao país em fevereiro de 2020. Essa é a opinião do senador Marcelo Castro (MDB-PI),  um dos autores do requerimento para o debate, que foi assinado também por senadores como Esperidião Amin (PP-SC), Nelsinho Trad (PSD-MS), e Alessandro Vieira (Cidadania-SE). 

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ressaltou no debate virtual que ainda não há registro no mundo de nenhuma vacina, por nenhum laboratório, contra a covid-19. Segundo ele, somente há autorizações provisórias para a Pfizer, na Inglaterra e nos Estados Unidos, com números efetivos de 20 mil vacinados por dia, e "não são 2 bilhões", conforme afirmou, como tem sido divulgado. O ministro explicou que a autorização emergencial não é o registro, por não estar concluído o trabalho de testagem em todas as etapas, e afirmou que esse processo precisa ser feito, primeiramente, para um grupo restrito e voluntário.

Pazuello informou que três grandes laboratórios vão disponibilizar a vacina ao Brasil em janeiro, sendo: 500 mil doses da Pfizer, 9 milhões de doses do Butantan e 15 milhões de doses da AstraZeneca/Fiocruz. A data exata, no entanto, dependerá do registro pela Anvisa. 

— Se nós somarmos esses três números, vamos ter 24,7 milhões de doses em janeiro. Para fevereiro, repete-se a Pfizer, aumenta-se o Butantan para 22 milhões e mantém-se a AstraZeneca com 15,2 milhões. Vamos, então, para 37,7 milhões de doses. Em março, outras 31 milhões de doses; a partir daí, equilibra-se o número. Nós temos tratado, além da AstraZeneca, com 100 milhões de doses no primeiro semestre, e a produção de 20 milhões de doses por mês a partir de julho, já com a nossa tecnologia, o que dá 220 milhões de doses só com a AstraZeneca. Nós temos, com o Butantan, o primeiro lote de 46 milhões de doses. Repito, convênio assinado há mais de 60, 70 dias. 

Assista:

 

Segundo o PNI apresentado ontem (16) pelo Ministério da Saúde, o calendário de vacinação priorizará:

Grupos prioritários
Segundo o governo, 49,6 milhões de pessoas serão vacinadas nas três primeiras etapas do plano. Entre os grupos priorizados estão:
  1. trabalhadores da área de Saúde;
  2. idosos (acima de 60 anos);
  3. indígenas;
  4. pessoas com comorbidades;
  5. professores (do nível básico ao superior);
  6. profissionais de forças de segurança e salvamento;
  7. funcionários do sistema prisional;
  8. comunidades tradicionais ribeirinhas;
  9. quilombolas;
  10. trabalhadores do transporte coletivo;
  11. pessoas em situação de rua; e a
  12. população privada de liberdade


 

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