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Menina de 11 anos sofre estupro coletivo; crime foi filmado e compartilhado

22/10/2020 - 10:46 | Atualizada em 22/10/2020 - 18:13

Redação

Menina de 11 anos sofre estupro coletivo; crime foi filmado e compartilhado

Foto: Divulgação

Uma menina de 11 anos foi vítima de um estupro coletivo em Belo Horizonte, em Minas Gerais, na noite do último domingo (18). Um comerciante de 23 anos filmou o abuso e compartilhou nas redes sociais. Foi assim que a mãe da vítima soube do crime praticado por quatro adolescentes com idade entre 12 e 13 anos.

A mãe da menina conseguiu conter o pai e o irmão para evitar que cometessem uma violência. Ela chamou a Polícia e denunciou o estupro, Passou uma noite na delegacia. Quando voltou para casa, depois que os suspeitos foram apreendidos, foi ameaçada. A família saiu às pressas e se mudou para local não informado para garantir a segurança. As informações são do portal de notícias local, BHAZ.

À polícia, a menina contou como tudo aconteceu. Disse que estava brincando na rua com amigos quando chegaram outros quatro adolescentes conhecidos. Foi arrastada com violência para um local isolado da pracinha onde estavam. A menina relatou que tentou se desvencilhar, mas não conseguiu. Eles a despiram à força e sofreu estupro coletivo. O comerciante que filmou o crime o fez não para denunciar, mas para compartilhar nas redes sociais, segundo as investigações.

À polícia, os meninos disseram que a menina os teria abordado e praticado atos sexuais. A mãe de um deles chegou a dizer que conhecia "a fama" da garota.

O comerciante que filmou e compartilhou o estupro também foi detido pela Polícia Civil de Minas Gerais, que informou que "ratificou o flagrante do homem de 23 anos e que os adolescentes envolvidos foram imediatamente encaminhados à audiência. O processo encontra-se no Poder Judiciário, na Vara da Infância e Juventude em Belo Horizonte”.

A mãe da vítima relatou ao portal BHAZ a dor da criança após ter sido violentada e a preocupação com doenças sexualmente transmissíveis.

“Ela vai ter que ir toda quinta-feira [ao hospital], o que eu sinto é muita tristeza. Não consegui dormir e estou abobada, inquieta. Fico me perguntando o que está se passando na cabeça dela [vítima]”, disse a mãe.

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