Sábado, 17 de Novembro de 2018

Nacional
Segunda-Feira, 05 de Novembro de 2018, 17h:11

ARTICULAÇÃO PELO COMANDO

O Senado e a corrida pelo poder

Redação

Reprodução

Senadores disputam a presidência do Senado Federal

Uma das batalhas do momento está sendo travada no Senado. Tem muita gente querendo o comando da Casa pelos próximos dois anos. De representantes da velha-guarda até estreantes entre as excelências, há para todos os gostos (e combinações). Renan Calheiros (MDB-AL), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Cid Gomes (PDT), Esperidião Amin (PP-SC) e Simone Tebet (MS) são alguns dos que se arvoram à presidência.
Mas nada acontece à luz dos que não fazem parte da nova patota do Congresso. Tudo é sutil e envolve apenas os diretamente envolvidos, as conversas são discretas e assumir a candidatura só depois de algumas articulações – que devem acontecer mais para o fim do período de transição.

Partidos precisam ter ao menos 1,5% dos votos válidos ou nove deputados distribuídos em, no mínimo, nove estados, com pelo menos 1% dos votos válidos em cada uma delas, para ter direito a usufruir do horário eleitoral e dos recursos do fundo partidário.

Pois, pois, Patriota, PHS, PC do B, PRP, Rede, PRTB, PMN, PTC, PPL, DC, PMB, PCB, PSTU e PCO ficaram fora do esquema. Mas já começaram a articulação para fusão com outras siglas e garantir sobrevivência. Pontos ideológicos comuns? Isso pouco importa, na hora do apuro, o melhor negócio vence.

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