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O PAÍS ENRUBESCEU
Quatro ministros ignoram provas e absolvem a chapa Dilma-Temer
09/06/17 - 17:39
Por: Jô Navarro

Foto de Divulgação/TSE

A ‘bancada de Temer’ no TSE vota contra a cassação da chapa Dilma-Temer. Os ministros Admar Gonzaga, Napoleão e Tarcísio Vieira fecharam os olhos para as provas gritantes e robustas elencadas pelo relator Hermann Benjamin.

“Diante disso, à míngua de um contexto probatório contundente diante da gravidade sustentada, não reconheço a prática de abuso de poder em decorrência dos fatos em análise”, disse Gonzaga em seu voto.

"Não houve qualquer confirmação categórica [de testemunhas] acerca da utilização de propina de contratos de empreiteiras vinculadas com a Petrobras na campanha de 2014", disse o ministro Tarcísio Vieira.

Em seu voto, Maia votou contra a inclusão das delações de executivos da Odebrecht no processo e disse que não há provas suficientes para comprovar que a campanha eleitoral usou recursos ilegais de propina para financiar a disputa. De acordo com o ministro, as provas são somente ilações.

A estes votos soma-se o do presidente do TSE, que desde o início do julgamente se desdisse e deixou claro que não vai condenar a chapa.

Assim, já há maioria para a absolvição da chapa Dilma Rousseff e Michel Temer. Aquela, graças à cegueira desta ‘bancada de avestruzes', poderá concorrer a cargo eletivo e conquistar foro privilegiado.

Estes senhores entram para a história como maus exemplos.
Como bem disse o ministro Luiz Fux ao ler seu voto favorável à cassação: "A sociedade vive um pesadelo pelo descrédito das instituições pela vergonha, pelo despudor dos agentes políticos, que, violando a soberania popular, fizeram exatamente aquilo que o cidadão não desejava".

"Ao juiz não é dado, no momento da decisão, desconhecer o estado de fato da lide. Não teria a paz necessária que deve ter um magistrado se eu não pudesse enfrentar esses fatos. Aqui lavro minha divergência respeitosa em relação a todos os colegas.", acrescentou.

O país enrubesceu. Mas os ilustres ministros que absolveram Dilma e Temer não demonstraram nenhum constrangimento.

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