Domingo, 22 de Julho de 2018

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Quarta-Feira, 09 de Maio de 2018, 07h:55

NA SECA

Falha em bombas afeta distribuição de água para 15 bairros em Várzea Grande

Duas das três bombas da captação na Guarita pararam de funcionar na noite de ontem. Ainda não há previsão de quando o serviço será regularizado.

Redação

Reprodução

DAE

Problema em duas das três bombas de captação de água localizada na Estrada da Guarita em Várzea Grande, desde a noite de ontem, reduziu a capacidade de vazão, prejudicando pelo menos 15 bairros do município.

Os bairros e residenciais prejudicados são: Júlio Domingos; Imperial; Cohab Tarumã; Chapéu do Sol; Mangabeiras; Cohab Cabo Michel; São Benedito; Alice Gonçalves; Ataíde Ferreira; Renato dos Santos; Novo Mundo; Miguel Lanas; Ouro Verde; São Matheus e João Baracat.

Técnicos já trabalham para restabelecer os serviços, mas ainda sem previsão de funcionamento em 100% das referidas bombas.

“O tempo de abastecimento está reduzido e com baixa pressão, por isso é essencial que os consumidores economizem água enquanto os reparos não forem concluídos”, disse o presidente do Departamento de Água e Esgoto – DAE/VG, Ricardo Azevedo Araújo, sinalizando que mesmo com dificuldades o fornecimento não deverá ser totalmente suspenso.
As bombas são da marca Hygra, e a empresa responsável já encaminhou técnicos especializados para uma manutenção mais aprofundada e para o conserto das mesmas.

“Como o funcionamento dessas bombas são constantes, ou seja, 24 horas por dia, as manutenções preventivas estão sempre sendo realizadas para evitar este tipo de problema, mas pode acontecer e por isso acionamos a manutenção técnica existente aqui e também a vinda de outros engenheiros da própria empresa”, disse o presidente do DAE/VG.

Ricardo Azevedo Araújo explicou que a captação retira a água do Rio Cuiabá e manda para as estações de tratamento que então após tratada a mesma é novamente bombeada, só que desta vez para fornecimento dos consumidores.

“Estamos avaliando todas as possibilidades, que vão desde a falha mecânica até a oscilação de energia elétrica para compreender o que aconteceu e procurar evitar problemas futuros. Acredito que ainda hoje, ou no mais tardar amanhã elas estarão funcionando em sua totalidade”, disse Ricardo Azevedo Araújo.

Ele frisou ainda que por causa da paralisação das bombas, após os reparos elas levam em média até 24 horas para restabelecimento total do fornecimento de água.

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